
Somos estilhaços difusos, de mentes propensas a indignação profunda
Causamos oscilações cósmicas ,partilhadas no caos do infinito
Repartimos alegrias,multiplicamos tristezas
Colhemos olhares,experiênciamos sorrisos
mas estamos longe....
Longe do amanhecer da pele, porque se torna vicio
Longe do querer que nos aprisiona na posse
Perto das parábolas surrealista da mente
Perto da incoerência das pontes salobras
Não sei se nos perdemos ou reencontramos.....
mas construimos ligações perigosas e estranhas
Reajustamos os sentidos perante os novos trilhos de espuma
fluindo,estabelecemos contacto incessante com a supremacia do nada.
Nada....coisa alguma...que preenche e faz transbordar num equinócio.
Morte prematura,no raiar espojado e descomplacente das horas efémeras.
Não se sabe o que se ambiciona mas cravam-se os dentes,como zombeis por vida
Desposta carenciado que mata a sede do brejeiro.
Esticam-se amarras de onde deflagram as velas do imaginário
Juntam-se historias,juncos,toros,cicatrizes
Ameniza-se a dor da insegurança latente....
Dão se as mãos envolvem-se.
Não sabem para onde seguem mas caminham lado à lado.
Causamos oscilações cósmicas ,partilhadas no caos do infinito
Repartimos alegrias,multiplicamos tristezas
Colhemos olhares,experiênciamos sorrisos
mas estamos longe....
Longe do amanhecer da pele, porque se torna vicio
Longe do querer que nos aprisiona na posse
Perto das parábolas surrealista da mente
Perto da incoerência das pontes salobras
Não sei se nos perdemos ou reencontramos.....
mas construimos ligações perigosas e estranhas
Reajustamos os sentidos perante os novos trilhos de espuma
fluindo,estabelecemos contacto incessante com a supremacia do nada.
Nada....coisa alguma...que preenche e faz transbordar num equinócio.
Morte prematura,no raiar espojado e descomplacente das horas efémeras.
Não se sabe o que se ambiciona mas cravam-se os dentes,como zombeis por vida
Desposta carenciado que mata a sede do brejeiro.
Esticam-se amarras de onde deflagram as velas do imaginário
Juntam-se historias,juncos,toros,cicatrizes
Ameniza-se a dor da insegurança latente....
Dão se as mãos envolvem-se.
Não sabem para onde seguem mas caminham lado à lado.
1 comentários:
Laços que se fazem e desfazem... e outros que se transformam em nós que nenhum velho do mar é capaz de desfazer.
Beijinho*
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